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  • Thiego Souza

Aglomerações chamam atenção de artistas, que querem retorno dos eventos

Empresário Lucas Chicabana comentou sobre as aglomerações presenciadas e pede amadurecimento para que o setor de entretenimento volte à ativa.




Verdadeiros "carnavais" aconteceram em quase todo Brasil no feriado do 7 de setembro, quando centenas de milhares de pessoas se reuniram nas ruas para manifestações a favor e contra o Governo Federal. As aglomerações chamaram a atenção da classe artística, principalmente dos profissionais da área de eventos, que estão proibidos de realizar shows há quase dois anos, sendo prejudicados pela falta de recursos.


Após novo decreto na Bahia estão permitidos eventos como cerimônias de casamento, eventos urbanos, circos, parques de exposição, solenidades de formatura e passeatas com a presença de até 500 pessoas seguindo todos os protocolos de segurança, porém a realização de festas com vendas de ingressos, independentemente do número de participantes segue suspensa até o dia 10 de setembro.


Em contato com o Info Serrinha, o empresário Lucas Chicabana lamentou a proibição de eventos na Bahia, e se mostrou indignado com as diversas aglomerações que vem ocorrendo, inclusive no Estado. "Os eventos nas ruas a gente não vê isso, não vê fiscalização, protocolos, nada, e um exemplo foram as manifestações a favor e contra o governo Federal que aconteceram na terça. Lá a aglomeração aconteceu, a grande maioria das pessoas não usavam máscaras, não tinha fiscalização, e isso ninguém fala, ninguém se manifesta, mas enquanto isso o setor de entretenimento vem sofrendo por conta da pandemia pois não pode realizar eventos. Estamos sendo penalizados".


Segundo o empresário, a classe seguiu, desde o início da pandemia em março de 2020, todas as orientações, evitando assim os eventos, e agora com a diminuição dos casos e vacinação acontecendo, sugere que os eventos voltem a serem realizados. "A gente tinha todos os critérios e preocupações para não realizar eventos por conta da pandemia, mas com o avanço da vacinação, queda no número de casos, e aglomerações nas ruas, já podemos começar a amadurecer essa situação".


Por conta da pandemia, o setor do entretenimento foi o primeiro a parar devido a aglomeração, e apesar da diminuição dos casos, os eventos seguem proibidos na maioria dos estados, sem previsão de retorno.

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