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Como não foi pênalti? Bahia reclama de não marcação de penalidade contra o Juventude

Para evitar o gol do Bahia, zagueiro do Juventude corta bola com o braço, e árbitro ignora lance



O Bahia empatou sem gols com o Juventude na noite do último sábado, 30, em Caxias do Sul. O resultado poderia ter sido diferente se o árbitro da partida, Paulo Roberto Alves Júnior, não ignorasse uma infração dentro da área cometida pelo zagueiro Vitor Mendes, que para evitar o gol do tricolor desviou a bola para linha utilizando a mão.


O árbitro chegou a consultar o VAR, porém, após análise, decidiu não marcar o pênalti.


O lance irritou jogadores e diretoria do Bahia, que se manifestaram após a partida:


"O cara tira com a mão, por mais que esteja colada no chão, a regra diz isso, ele tinha que ter marcado o penalti porque impactou diretamente o gol do Bahia, então poderia não ter dado a expulsão, mas o penalti foi claro. Espero que melhore porque não se pode tirar um gol desse e ficar impune", bradou o atacante Gilberto.


O presidente Guilherme Belintani também se revoltou com a não marcação do penalti. "Lances que mancham o campeonato. Esse árbitro entende a importância do futebol na vida das pessoas? Nem chamado pelo VAR aceitou marcar o pênalti. O que fazer? Protesto, ida à CBF e tudo que for possível. E um esforço para acreditar que isso é “apenas” um erro de arbitragem".


O goleiro Danilo Fernandes também lamentou a não marcação da penalidade. "Acreditem, ele deu escanteio..."


O treinador Guto Ferreira afirmou que o Bahia foi prejudicado na partida. "Muito prejudicados porque era um lance capital, seria um pênalti em que poderíamos abrir o placar e ainda o jogador teria de ser expulso. O jogador deu um carrinho, não acertou a bola e tirou com o braço. O VAR chamou. Se não fosse nada o VAR não chamaria. Ele resolveu chamar para ele a responsabilidade.


Confira o lance:




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