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Forças Armadas pretendem realizar rigorosa fiscalização durante processo eleitoral

O plano de fiscalização prevê a fiscalização desde a lacração das urnas, autenticidade e integridade até verificação dos votos.


Sem se envolver nas eleições desde o fim da ditadura militar, as Forças Armadas decidiram "peitar" o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmando que pretendem realizar uma fiscalização no processo eleitoral, fazendo o monitoramento em oito etapas.


O plano de fiscalização prevê a fiscalização desde a lacração das urnas, autenticidade e integridade até verificação dos votos.


Estamos com plano de ação para cada uma dessas oito fases, para que, na hora da fase propriamente dita, por exemplo, na lacração do sistema, estejamos presentes para perguntar, verificar, questionar os procedimentos e propor alguma coisa”, disse o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, em audiência na Câmara.


De acordo com o jornal Estadão o objetivo das Forças Armadas é criar um clima de insegurança e instabilidade no sistema eleitoral.


O TSE irá apresentar um calendário de auditorias, que é sempre realizada antes das eleições.

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