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  • Thiego Souza

Prefeitura de Serrinha aumenta gastos na área da saúde em 2021

Vereador Reginho de Vila de Fátima destaca atuação da gestão e apresenta ações realizadas pela Prefeitura.


Na última quinta, 30, foi realizada uma audiência pública na Câmara Municipal de Serrinha onde foram apresentados os valores utilizados pela Prefeitura e pela Câmara referentes ao 2º quadrimestre do exercício financeiro de 2021.


Dentre todos os números apresentados, chamou atenção os gastos relacionados à saúde. Por lei, o artigo 212 da Constituição Federal determina que todos os municípios têm que utilizar o mínimo de 15% para gastos com a saúde, mas, a Prefeitura de Serrinha aplicou entre janeiro e agosto 24,02%, um total de R$ 13.325,895,68.


Em entrevista ao Info Serrinha, o vereador e líder da situação, Reginho de Vila de Fátima, destacou a utilização dos recursos e apresentou o que foi feito pela Prefeitura durante a pandemia do coronavírus, o que levou à gestão a aumentar os gastos na saúde.



"A gente vem passando por uma situação difícil. Hoje não temos como reclamar dos gastos na saúde. Temos hoje um Hospital novo com 45 leitos prontos, temos o centro de Covid, o Centro Psiquiátrico, a gente conseguiu montar mais uma ambulância de UTI do município, então temos duas, temos o Centro de Atendimento ao Público com várias especialidades de médicos, então são coisas que temos como provar onde está sendo aplicado o recurso, e tudo isso é para o bem da população de Serrinha".


Ainda de acordo com Reginho, também foram feitas melhorias no Hospital Municipal de Serrinha. "O Hospital hoje tem uma nova cara e isso traz uma qualidade melhor para os atendimentos à população de Serrinha e também de toda região sisaleira".


Apesar da redução no número de casos de contaminados com o Covid-19 no município, o vereador pede que as pessoas sigam com os cuidados. "Controlou muito, mas o vírus ainda está ativo, muitos tomaram a primeira dose e não retornaram para completar a vacinação achando que não podem mais se contaminar, mas pode sim porque nenhuma vacina é eficaz 100%. Temos que ficar mais atentos a algumas situações e continuar com as medidas de proteção".


Fotos: ASCOM

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