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  • Info Serrinha

Procurador do Município, Cyro Novais, analisa ação da PF e CGU em Serrinha: "foi tudo esclarecido"

Segundo o Advogado, a Prefeitura está colaborando com as investigações.


O Procurador Geral do Município de Serrinha, Cyro Novais, concedeu entrevista ao programa Continental News, na Rádio Continentam AM, na tarde desta quinta, e comentou sobre a operação da Polícia Federal e da CGU, que cumpriram mandados de busca e apreensão devido a suspeitas de superfaturamento na aquisição de produtos relacionados ao combate ao Covid-19.


Segundo o Procurador, a investigação aconteceu devido ao fato de Serrinha ter se destaque no controle da pandemia, e afirmou que as suspeitas foram sanadas com a presença da PF no município. "Foi uma investigação que partiu da CGU. Serrinha foi uma cidade que se destacou em relação ao controle da pandemia e os investimentos, então é natural que se coloque um holofote maior em todas as ações que foram desenvolvidas aqui. Havia a suspeita que os respiradores que o prefeito tinha comprado não tivessem chegado, e também teve a questão do superfaturamento, então eles deflagraram. Vieram aqui com os mandados de busca e apreensão, constataram que os respiradores estavam no Hospital, foram entregues, a população sabe disso, e em relação aos preços, naquele momento de pandemia tudo mudava a praticamente cada dois dias".


Segundo Cyro, não dava para saber se a empresa investigada na qual foi realizada a compra dos respiradores tinha ou não problemas, e afirmou que os equipamentos chegaram, foram entregues e seguem em uso. "Você tinha uma escolha, ou você comprava o equipamento para deixar a população protegida, assistida ou não comprava. Para você ter ideia o Governo da Bahia teve que comprar respiradores na China porque não estava achando no Brasil. Entendemos que deveria que ser comprado, e onde tivesse respiradores nós iríamos buscar, então não dava para prever se a empresa tinha problema ou não, e graças a Deus os respiradores foram entregues".


O procurador comentou sobre os elevados preços dos produtos adquiridos. "Com relação aos preços, poucas pessoas tinham esses equipamentos disponíveis, ou comprava ou não. Máscaras mesmo você comprava uma caixa por R$ 9, na pandemia passou para R$ 180".


De acordo com o Procurador, a investigação é algo normal, e que as suspeitas foram esclarecido. "Vejo com naturalidade a operação. Nós estamos contribuindo com as investigações. Todos os depoimentos foram dados, já foi esclarecido, todo mundo já foi ouvido. A documentação foi apresentada".

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