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  • Info Serrinha

APLB Serrinha se manifesta sobre proposta de reajuste e impõe condição para aceitar percentual menor

Presidente do Sindicato em Serrinha conversou com o Info Serrinha e passou o posicionamento em relação à proposta de reajuste apresentada pela Prefeitura.



Logo após a veiculação da entrevista com Perla Lima, que é presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Serrinha, na qual foi abordada a rejeição da proposta de reajuste salarial apresentada pela Prefeitura de Serrinha e as justificativas para a recusa, a Associação dos/as Professores/as Licenciados/as do Brasil/Seção de Serrinha (APLB), através da presidente Irene Araújo, entrou em contato com o Info Serrinha para apresentar o posicionamento do sindicato sobre o mesmo assunto.


De acordo com a APLB Serrinha, a audiência que ocorreu na última quinta-feira foi solicitada pelo Sindicato, porém não lhe foi concedido direito de fala. "A gente esperava o momento da requerente, no caso a APLB, que representa os educadores do município de Serrinha, mas depois fala da contadora fui lá requerer o espaço para poder falar, mas a Casa não concedeu. Fiz reclamações dizendo que a gente teria que ter o espaço para falar já que solicitamos uma audiência e não um monólogo como aconteceu, e por conta do que ocorreu foi que teve uma reunião com a secretária Betânia".


De acordo com a presidente da APLB Serrinha o Sindicato no município seguirá a recomendação da executiva nacional. "Nossa posição é a mesma da Executiva. A gente não aceita menos do que o reajuste do piso salarial nacional acoplado com o plano de carreira. A gente não aceita a modalidade que foi aplicada porque eles pegam o índice inflacionário e esse índice serve apenas para reajuste e fazer uma base de perdas para quem ganha um salário mínimo. No caso dos professores temos planos de cargos de carreira que são divididos em níveis. A gente não aceita".


Segundo a presidente, para haver uma aceitação de um percentual menor será preciso apresentar os reais motivos para não se conceder o reajuste de 33,24%. "Para gente aceitar menos que isso o município vai ter que abrir as contas e provar que realmente não tem dinheiro suficiente para o pagamento. Então para a gente aceitar menos que isso eles terão que nos provar que o município não tem condições de abarcar esse reajuste, e a própria Lei diz que quando o município não tem o suficiente a União complementa".

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